Últimos jogos jogados

E jogamos!!!!

E não é que depois de duzentos e dezesseis afiliados do Clube do Um mandarem mensagens aos prantos gemendo e chorando neste vale de lágrimas querendo jogatinas, marquei duas esta semana... E........................ Bom... e... jogamos... quem veio...

A de hoje foi sensacional... Race for the Galaxy... Guilhemer fez um hiper-super-combo azul e detonou nos pontos... Além dele, eu, Túlio e Danzig jogando... Race é Race... sempre TOP... Depois... uma bela partida de A Castle for All Seasons... partidaça diga-se de passagem... muito disputada, cheia de mumunhas e mutretas... jogo bom demais... Acho que Danzig levou se me lembro bem... ah, levou sim, fez um combo final de 25 pontos... Túlio também fez mas estava mais atrás na pontuação.. fiquei em segundo (Êbaaaaaaaaaaa, segundo!!!!!!!!!!)... Depois o impagável Robin Wood, este já com a presença do Rafael... êta joguinho arretado... diversão o tempo inteiro... pela primeira vez consegui passar com 5 jóias nas barbas do Xerifão... Kkkkkkkkkkkkk... não tem preço... mas estava muito disputada e ainda perdi pro Guilherme, o Rei das Galinhas... guardou 7 pra vender na feira final... bom demais... foram duas partidas animadíssimas...

E pra finalizar a noite o excelente For Sale Versão Beer by Alison e Mário... 5 partidas diretas, cada uma mais divertida e doida que a outra... Danzig levou o Tetra... 4 vitórias... que joguinho bão... 1 minuto pra aprender, 10 ou 15 pra jogar e diversão pra mais de hora... muito gostoso e sempre bem vindo...

E assim foi a joga até lá pelas 01 da madruga... muita diversão e uma noite boa demais... que venham mais!!!!!!!!!!!!

Sexta 13: a do Pocker

Claro que numa sexta-feira 13 as coisas não poderiam sair muito bem como planejado... DanielCS vestiu sua fantasia de Motoqueiro Fantasma e sumiu pelas estradas com a cabeleira em fogo levando pânico às multidões; Xubs não arredou o pé de casa com medo de se encontrar com Fred (tanto o Gruger quanto o nosso, ou ex-nosso, ou aliás, ex-do Bullet); e por falar em Bullet, disseram que subiu pro alto do prédio e ficou uivando a noite toda. Alison escondeu-se na mata da UFMG e corria de um lado pro outro assustando os pobres passantes enquanto Luish, fantasiado de Loura do Bonfim levava o terror ao cemitério... André, temeroso, enfiou-se debaixo da cama (com o Alan, disseram as más línguas) e ali passou a noite... Enfim, falemos pois de quem veio, mesmo que portando cruficfixos, alhos, absorventes e outros objetos de proteção pessoal.

Como o quórum era pouco jogamos uma partida de Gloria Regi. O famigerado Rei Prometheus foi o escolhido, o Político Safado. Daniel Sampaio, Guilherme, Rafael Lima e eu. Primeira partida do Guilherme. Mudando minha estratégia pra variar, mas desta vez mudei mesmo, não investi na trilha da Rainha. Cai pesado no setor de Política fazendo comícios, festinhas particulares, viagens a passeio, chantagens e extorsões. Daniel deu uns passeios pela côrte, rezou umas missas, vendeu muamba, enfim, se virava do jeito que podia com a merreca de dinheiro que o Rei Safadinho permitia. Guilherme tentava entender ainda algumas coisas da vida no palácio, fez algumas escavações no lixão de vilas próximas e abriu uma pequena empresa de construções que veio a falir por falta de mão-de-obra especializada... e dinheiro, claro. E Rafael por sua vez jogava pela milésima vez alegando que era a primeira ou segunda de novo e com a velha tática de desconcentrar os adversários porque eles tinham que avisá-lo a todo momento de que era a vez dele. Escavou catacumbas antigas e pegou um tanto de muamba sem valor... claro, tinha esquecido como marcar pontos com Relíquias... e também com construções... e também com recursos... e nos Setores de Influência... ah, uma coisa ele lembrou, e bem: os doces braços da Rainha que lhe recebeu em seus aposentos íntimos para felizes noitadas com seus sete eunucos, quatro personais trainners e dois gladiadores... Dizem que o moço saia de lá todas as manhãs cantarolando de felicidade e meio que mancando... mas nem os 14 pontos o salvaram, apesar do prazer carnal que obteve.

No final das contas Daniel, pra não escapar do estigma da Sexta-feira 13, adquiriu um projeto meio que do Paraguay, com paredes tortas, esgoto no último andar e uma porta secreta que ninguém encontrava e acabou me permitindo a vitória por 4 pontos. Rafael, uma meia hora depois de perceber que o jogo já tinha acabado (nós nao avisamos pra ver quanto tempo ele demoraria pra descobrir) ficou em terceiro, com Guilherme, o construtor falido em último. Guilherme deixou de construir uma mansão de 115 quartos, 4 piscinas, 18 bordéis e 28 masmorras por que faltou uma mísera moedinha... valia 4 pontinhos a obra concluída.

Finda a partida e com a participação da Adriana Ribeiro, que assistiu a partida do Gloria, jogamos duas hilárias partidas do Robin Wood... e cada uma bem diferente da outra... na primeira todo mundo meio que comportadinho, enchendo o castelo de galinhas, batatas e frutas... Na segunda só passava muamba de tudo quanto é lado... e como passava... o castelo virou uma orgia babilônica com tanto hidromel, cachaça de Minas, vinho do Rio Grande do Sul, Vatapá baiano... E aí pra descontar o vice-reinado no Glória o Daniel levou as duas partidas... o cabra levava jóias e hidromel na maior cara de pau...

SEXTA 13 boa demais... Como a Mel ficou correndo feito louca pelo quintal nenhum gato preto apareceu na parada... nem o Brinqedinho assassino e nem o Jason, a ausência mais sentida da noite... detalhe para as deliciosas cervejas e para as maravilhosas coxinhas e salgadinhos que mandamos vir de Pernambuco, com um sabor bem exótico que combinou bem com a sexta 13... Assim foi!!!!

 

Sábado de Aleluia

Após uma sexta só de fluídos cervejíscos recebi no sábado a visita dos amigos Igor e Ana, vindos diretamente dos fornos colossais de Ipatinga... bora reunir o povo e vieram Rafael, Túlio, Priscila e Cacá... Entre umas e outras pediram pra jogar e partimos pro Dragons Gold... Túlio, com medo dos dragões, ficou só na miúda assistindo... na verdade chegou após o início da partida.. Rafel bateu o recorde mundial de tempo de permanência com a carta de Larápio: 2 segundos, 3 décimos e 65 milésimos por aí... faltou subir na mesa pra tentar surrupiar uma jóia mas foi tão na cara de pau, com a sutileza de um gorila em loja de cristal que até quem tava passando na rua gritou: Pega Ladrão!!!!... As negociações eram tensas... ô dureza... vriga daqui, briga dali, Igor, o Porco Sinistro quase desmarca o casamento com a Ana, Priscila e Cacá já falavam em procurar advogado... uma doideira até que finalmente o último dragão morreu e a paz voltou a reinar... 

Depois Priscila e Cacá foram embora... Cacá estava com algo parecido com Menopausa Depressiva e precisava urgentemente de um lugar tranquilo para meditar... Partimos então para o Robin Wood... só tinha neguim cara de pau... era um tal de Declarar galinha e fruta pra todo lado e nego passando carroça cheia de hidromel, jóias, camisas da Galoucura e outras muambas... Optei por jogar apenas com um ajudante de Xerife pra cada um, mesmo com cinco jogadores... Ficou bem melhor senão ninguém consegue passar nada... Diversão das boas este jogo...

E pra finalizar jogamos o Catan com dois detalhes bem requintados... a Ana ficou só de banqueira, cuidando dos cobiçados recursos... E obviamente Regras Normais são para os fracos... jogamos a versão de Macho, sem a boiolagem de troca-troca entre os jogadores e com números sorteados aleatórios... doideira total... Eu com 8 pontos, Rafael, Túlio e Higor com 9 e o bicho pegando... no final, pra agradar o visitante, deixamos o Higor construir mais uma favelinha e fechar o jogo... Teve bão demais e durou até lá pela meia noite... depois ainda saí pra tomar umas porque afinal ninguém é de ferro, exceto claro, a armadura do homem de ferro...

E assim foi esta véspera de Páscoa, feriado etílico dos mais bacanas... 

Depois do granizo, a jogatina!

A tarde começou fria, pedras de gelo caindo do céu no meio do vendaval. 14hs: chamei o pessoal para uma jogatina, mas precisava tirar um cochilo antes deles chegarem, para repor energias da jogatina anterior. xuBs, Daniel e Pablo confirmaram presença. 15hs: tirei o som do celular e fui dormir. E cai em sono tão profundo, devo ter roncado como os vulcões da Guatemala. 16hs: escuto o interfone, o despertador e o celular tocando, tudo ao mesmo tempo. xuBs chegou, em seguida, o motoqueiro fantasma, em suas últimas horas de inferno astral e pouco mais tarde, chega o Pablo. Puxamos o Tikal que Daniel e Pablo nunca tinham jogado. Alguns acertos até definir as regras do leilão e atualizando as regras corretas e que geralmente não prestamos atenção, por exemplo, a) só é permitido escavar no máximo dois niveis de um mesmo templo (pode ser feito em mais de um templo na mesma jogada) e pegar no máximo dois tesouros por jogada, b) só pode fazer ambas as ações se o jogador tiver dois ou mais pesquisadores no local, ou seja, com um só só pega um tesouro. Sobre os acampamentos: podem ser construídos em local onde tenha pesquisadores de qualquer jogador, não precisa ser o seu. Acampamentos II: com um ponto de ação, um pesquisador pode ser teletransportado de um acampamento para outro. Tiradas as dúvidas, começamos a desbravar a floresta guatemalteca em busca de tesouros e templos. Os tesouros começaram a aparecer em grande variedade, mas ninguém conseguiu fazer uma duplinha até o primeiro vulcão acordar e entrar em erupção. O leilão estava tão pesado que o Pablo chegou a ter menos de vinte pontos nesta fase. Enfim, a partida correu tensa, com leilões cada vez mais caros, pesquisadores vagando pela floresta, tendo delírios ora com o mar, ora com montanhas altíssimas e pontes incendiadas. Eu estava indo bem, escavando a região norte bem solitáriamente enquanto os outros brigavam entre si, até que no último turno, bobeei, deixei passar o leilão pensando que estava caro pagar quatro pontinhos por um hexágono besta, Daniel e xuBs jogaram na minha frente e bloquearam vários templos a minha volta. Ficou impossível fazer mais pontos. Fim de partida, xuBs com 106 pontos, se bem me lembro. Fiquei em segundo com noventa e poucos, seguido por Daniel e Pablo. 

Daí fomos para a estiva. Quem disse que era feriado? Trabalho pesado no porto de Le Havre. Cada um desenvolveu por um caminho. Daniel, marujo experiente, atento às histórias de self-made-men que escuta no cais, acreditou firme no dito popular francês "devo não nego, não pago quando puder" e se deu bem. Foi de mansinho, usando a tática alisoniana de se acreditar ferrado para desviar a atenção sobre si mesmo, enquanto deixava seus funcionários passarem fome para chorar empréstimos a juros camaradas. Foi comprando barato um navio aqui outro ali, montou uma frota fantasma que a receita federal acreditou ser deficitária, sem ligar para as denúncias anônimas de que teria usado argila em vez de tijolo para várias de suas construções. O aniversariante não ligou para as calúnias, "não me inveje, trabalhe" dizia ele, mascando um fiapo de capim no canto da boca, a caminho da rede em sua doca, para acompanhar no blackberry a cotação do aço na bolsa de valores japonesa e conferir sorteios de seus carnês do Baú da Felicidade. Enquanto isso, Pablo receptava centenas de cabeças de gado, recheadas de muamba, honrando cada prato de comida devido religiosa e semanalmente, sem nunca deixar uma criancinha sem pão no lanche, churrasco no fim de semana e chocolate na sobremesa. Perdeu a partida, com dignidade. xuBs concentrou-se no pescado e fez hora extra na arrumação do porto, preparando marmitas para o dia seguinte. De repente, vendo que o vizinho que não trabalhava tinha construído um novo cais de tijolos começou a sentir cheiro de truta, ficou com medo de robalo, e denunciou anonimamente o colega por suspeita de estelionato. Como sabemos, a justiça francesa é lenta e inoperante, o caso está tramitando na corte até hoje sem data para prescrever. A decepção com a humanidade o fez cair em depressão, seu único barco carecia de manutenção urgente, os peixes apodrecendo no depósito, o gelo derretendo no copo de guaraná, a pizza esfriando no prato."xuBs, é sua vez", diziamos para ele, mas o cabra tinha enlouquecido. Só repetia "ele usou argila em vez de tijolos! Este filhote de Sérgio Naya! Quero ver quando este império desmoronar! Ele enriqueceu ilicitamente com esquema de jogos de azar na televisão, afinal, pensei que os jogos fossem proibidos aqui!", comentava ele, olhando para o horizonte no tabuleiro, com extrema racionalidade, peculiar aos que acabam de enlouquecer. E eu, bem, eu fui na cola do Daniel para ver onde ia chegar, fazendo um pé de meia com empréstimos a juros amigos, ou seja, toda semana eu ia na agência e jurava pro gerente que ia pagar. Fui avançando fazendo pão, vendendo a preços módicos para os franceses que, antes de comê-los, usavam também como absorvente de axilas, evitando assim o gasto com banho, já que naquele porto ninguém comercializava sabonetes. Depois de vinte semanas, um suadouro tremendo, futum de peixe velho, vivendo a base de pizza, guaraná com palitinho, endividamentos e muita, mas muita inadimplência, vem o resultado incrivelmente apertado. DanielCS, 158, Luish 156, Pablo 153, xuBs, 151.

Para fugir do molejo do mar, e das agruras da humanidade perdida e inadimplente, seguimos em peregrinação ascética, purificadora, redentora de pecados, em direção ao Himalaia, em busca do paraíso de Shangri-lá. Onde? Lá, ó! Disse o Pablo apontando para cima. Para o alto e avante, fomos nós, madrugada adentro buscando colocar tiles coloridos sobre o tabuleiro e destruindo as pontes pelo caminho. Entre mestres e discípulos, haviam sete escolas de ensinamentos fundamentais para a purificação da alma, como já era tarde e não tenho a memória do xuBs, vamos ver do que me lembro. No primeiro dia de aula, quando aprendemos as regras, houve um vazamento de gás do riso e perdemos parte das explicações do Pablo, o profeta. Refeitos das lágrimas, o messias continuou, enumerando as disciplinas que compõem a grade curricular de Lá: "Chover para cima, Gostosão da Bala Chita, Manivela Invertida, Cobra Criada, Dragon´s Gold, Estalinho e Xixi na Cama". A gente se entreolhou, achando aquilo tudo bem bizarro, mas já que estávamos por lá, só nos restava seguir em frente. Ao descobrir que a cantina estava fechada, os discípulos se revoltaram e, famintos, quebraram todas as pontes por onde passaram. Os mestres, que são mestres não é a toa, divulgaram para a imprensa que estava tudo em paz lá dentro de Shangri-lá, e que o isolamento do mundo era intencional, que só assim poderiam encontrar a paz interior. 

Daniel aniversariante da noite venceu mais uma, liderando o quadro de medalhas. xuBs ficou em segundo, com sua medalha de ouro de Tikal, eu fiquei com o troféu Bullet´s por conseguir o segundo lugar nas três partidas, e o Pablo ficou em Shangri-lá.

TREZE!!!!!!

altTá legal... 04:30 da matina e eu aqui fazendo resenha de jogatina... Porque TREZE????? Porque foram 13 horas... de 14:00 até 03 da madrugada... UAU... bão demais, mas bão demais mesmo.. Claro que não vão querer que eu me lembre de tudo né? Então o pessoal ajuda a completar depois... O que me lembro: Gloria Regi... o primeiro do dia. Danzig, Thiago, Rafael e Eu... partida muito boa... acabei vencendo após uma ajudinha amiga do Rafael que me deixou ganhar uns pontinhos preciosos... Tudo bem, virei Rei mas em reconhecimento à inestimável ajuda do Rafael honrei-o com o título de Eunuco Real... Bom, depois o pessoal foi chegando: Xubs, Alison, Luish, Daniels, Allan... Ôpa, jogatina memorável... aí rolaram vários jogos... Puerto Rico ediçã de aniversário em uma mesa (ficou lindaça a edição de aniversário... moedinhas de metal e tudo mais...) e na outra jogamos o Pergamon... Ah... antes disso jogamos o divertidíssimo Robin Hood, com vitória do Thiago... Aí já é querer demais que eu lembre mais coisas.. mas vamos lá... Resistance... impagável... jogo danado de divertido que sempre rende muitas gargalhadas... Depois ainda rolou Tide Sei-lá-o-quê... jogo de cartas bem bacana que o Xubs levou... estilo que eu gosto: super simples de aprender mas cheio de manhas, mutretas e mequetrefes... E depois o delicioso Snorta... Ah, Snorta é até covardia... aquele bando de marmanjos de madrugada imitando cachorro, gato, patinho, porco... bão demais... eu, claro, já devidamente etilizado, nem sabia que bicho era qual... só lembrava do meu cachorrinho e ficava imitando o bicho o tempo todo sem nenhum nexo... Que jogatina fantástica... 13 horas de pura diversão, muito jogo bom, muita risada e uma turma de amigos excelentes... Melhor que isso só repetindo a dose! Que venham mais... Sensacional... Ah, porque a resenha tá saindo agora??? É que fui deitar e ao escovar os dentes a proteção do dente que está em tratamento de canal saiu... aí o bichinho acordou raivoso e tá aqui tilintando na minha boca, naquelas fincadinhas gostosas que fazem relembrar a vida desde o nascimento até o século que vem... Ô dureza... mas tá valendo, a jogatina foi maravilhosa e isso é o que conta... o resto a gente ajeita...

Página 1 de 44

You are here: